Então, 2015

Foram 11 dias pra eu entender porque estava procrastinando o post de encerramento do ano.

Eu não queria que 2014 tivesse acabado.

2014 foi um ano intenso.

Teve muita merda em 2014, não vou mentir. Mas… Bem. Pra falar a verdade, eu só consigo pensar em duas merdas assim, sem analisar muito. Foram merdas grandes, que me fizeram chorar, perder o sono, perder cabelo e ganhar fios brancos (isso tudo de verdade). Só que eu acho que elas foram parte do que foi um ano incrível.

Em 2014 eu conheci o violoncelo e, surpresa, eu não sou necessariamente uma negação com música. Eu tive um (pseudo) relacionamento com uma pessoa incrível que acabou em bons (um pouco entre aspas, mas bons) termos e eu não me arrependo de (quase) nada. Eu tive contato com diversas agências de publicidade e veículos de comunicação da região. Encontrei amigos e apoio em lugares que eu não esperava (e também levei algumas facadas nas costas, mas esse parágrafo é sobre as coisas boas), o que me fez baixar um pouco a guarda. Descobri que, às vezes, eu sou capaz de planejar ações minuciosamente e aproveitar as consequências.

Claro que o ano de 2014 não foi perfeito. Mas eu nunca tive ambições quanto a perfeição em qualquer espectro.

Vai deixar saudades… mas não. Porque 2015 não é o término de 2014, é a continuação.

E que venha.

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