DNA

Não, não esse DNA. Falo do Douglas Neal Adams.

Tá, eu vi o filme primeiro. Mas o DNA tava envolvido em todas as etapas de produção e roteiro, então aos fãs xiitas que não gostaram do filme… vocês que se danem. É um ótimo filme e uma das melhores adaptações de livro já feitas na história. (talvez justamente pelo envolvimento do autor)

No cursinho pré-vestibular que eu fiz, um amigo me emprestou o primeiro volume do Guia do Mochileiro das Galáxias. Devorei. Necessitava dos outros livros com urgência. Naquele Natal, minha irmã me deu um kit com os cinco livros, que eu li emendando um no outro. Virou minha filosofia de vida.

Meu computador não se chama Marvin a toa.

Quando eu estava em Nova York, foi lançado o “…and another thing”. Amei o Eoin por tentar continuar, mas a saudade do DNA era demais pra conseguir aceitar. Ele tentou fazer piada, desprezando o 42 e a dinamite pangaláctica, eu entendo, mas eu Não gostei. Achei demais, Eoin, demais.

Então anunciaram O Salmão da Dúvida! Ah, que deleite! Demorei pra comprar justamente pra manter a expectativa. Ontem fui para a livraria, e não consegui sair de lá sem ele.

É um blog do DNA, simplesmente. Textos e devaneios, e eu estou perdida ali no meio. E quero muito continuar perdida ali, porque sinto que eu me daria muito bem com ele. Do tipo de pessoa por quem eu teria um verdadeiro amor platônico e faria de tudo pra tentar impressionar.

Ah, Douglas… como eu me detesto por não ter te conhecido mais cedo.

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Não me siga, eu também estou perdida.

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