Tá, mas e se?

E se eu não for tão forte, centrada e inteligente quanto as pessoas pensam? E se eu não for tão segura de mim mesma quanto eu tento parecer? E se, no fundo, no fundo, eu for apenas uma garotinha igual a tantas outras?

Uma das maldições da geração Y é que nós temos plena consciência de que existem sete-quase-oito bilhões de pessoas no mundo e que é extremamente difícil que você seja único. Sua aparência, seus valores, suas atitudes. Alguém já foi assim, já pensou isso, já fez isso. Nada é novo, nada é genuíno.

Então nós tentamos ser “legais” e levar na boa, fingindo que isso não nos incomoda.

Só que no fim, quanto mais diferentes tentamos ser, mas parecidos com a multidão nós somos. Temos o mesmo corte de cabelo, usamos as mesmas roupas, pensamos as mesmas coisas e agimos quase que como atores seguindo um roteiro.

E não importa o quão previsível seja o final, sempre nos choca. De uma maneira ou de outra.

Tá, mas e se eu ainda não tiver superado?

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