Limpando o veneno

Vamos tentar explicar. Eu nunca falei mal de ninguém. Nunca. Ouço as histórias e peso os dois lados, sei que as pessoas são boas e más ao mesmo tempo, que ninguém e perfeito e que eu não sou ninguém para ficar julgado. Eu falo do assunto, mas não da pessoa.

Quando saiu o boato que o colega estava cheirando cocaína, eu não falei mal dele. Do vídeo pornô daquela menina, daquele menino que se revelou gay, o carinha que me deu um fora, do garoto que desviou… Okay, do garoto que desviou dinheiro do Diretório Acadêmico eu falei mal, e muito. Mas esse mereceu.

A moral é que eu sempre fui na minha. A vida de cada um é de cada um para fazer o que bem entender. Sucesso e espero que você seja feliz.

Se bem que, ultimamente, não tem sido muito assim.

Tem uma pessoa em particular que se tornou alvo dos meus ~comentários~, por assim dizer. Mas foi só porque eu me senti traída.
(e se você é tão stalker quanto eu, não, não é de ti que eu estou falando)

E aí eu perdi o controle. O veneno escorre e eu desabafo, mas desabafo mesmo. Todas as vírgulas que me incomodaram, todos os julgamentos que eu sofri e todas as vezes que eu apoiei sem que fosse recíproco. Me magoou e, desde a primeira vez que eu falei, não consigo mais parar. Virou tópico recorrente.

Aí eu me sinto culpada, peço desculpas para as pessoas com quem eu desabafo e começo a falar bem. Porque, como eu disse antes, todos tem um lado bom e um lado ruim, eu entendo isso.

Mas o veneno escorre e eu estou começando a me sentir envenenada.

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Não me siga, eu também estou perdida.

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