Crianças não devem ler Stephen King

Eu sou viciada em cultura inútil. Adoro mesmo, e acho que pelo menos 70% das páginas que eu sigo no Facebook são de curiosidades inúteis.

Como, por exemplo, você sabia que a girafa macho bebe a urina da girafa fêmea antes da cópula? E elas só ‘transam’ se o macho gostar do que provou. Ou sabia que o primeiro filme com áudio foi “O Cantor de Jazz” e o personagem principal era um negro, mas o pessoal do casting não achou nenhum ator negro que soubesse cantar, então pintaram um ator branco pra ele parecer negro? Ou que existem treze signos do zodíaco, ao invés dos doze comuns?

Pois é. Um monte de baboseiras. Minha família já sabe da minha mania de soltar fatos aleatórios que não interessam quase ninguém.

Mas numa dessas páginas que eu curto, eu me deparei com uma história muito, mas muito bizarra. Fui pesquisar mais sobre isso e fiquei enojada, com um embrulho no estômago sem tamanho. Contei pra minha irmã, que teve uma reação similar, mas pesquisou um tiquinho mais a fundo que eu, chegando a conclusão que era uma creppypasta.

Creppypastas são lendas urbanas da internet, histórias grotescas com um toque de horror e suspense, em sites pretos com letras cinzas com uma música tensa e imagens tenebrosas.

Pois bem. Não tenho certeza se a história é uma creppy ou se eu só prefiro acreditar que seja. 

Mas eu inventei de ler algumas creppypastas por aí no Ah, Duvido. A primeira leva delas é mais light, histórias de sobrenatural e coisas que eu, particularmente não acredito. Como uma mulher que viu estranhos no espelho de madrugada, jogou todos os espelhos fora e, depois, quando precisou ver seu reflexo, uma mensagem pedia para ela colocar os espelhos de volta, que ‘eles’ gostavam de vê-la dormir. Tá, um tanto bizarro, mas não mais assustador que a história da Maria Degolada.

Agora, a segunda leva… Digamos que só o fato de o post ter imagens me deixou um tanto perturbada.

Quando eu tinha uns dez anos, encontrei uma coletânea de contos de horror do Stephen King do meu primo na casa da minha avó. Eu estava na vibe de ler qualquer coisa, e abri o livro e li o primeiro conto. Juro que fiquei dias sem conseguir dormir direito, e é por isso que eu não li nenhum livro do King até o final até hoje.

Pois é. Não lembrava da minha reação a histórias de terror.

Estou assistindo a todos os seriadozinhos fofos e engraçados que eu consigo pensar, ou eu não vou dormir essa noite pensando nas poucas e aterrorizantes creppys que eu li.

Ainda mais com o vento fazendo “uuuh” na minha janela nessa noite que cheira como se uma tempestade estivesse se aproximando.

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Um pensamento sobre “Crianças não devem ler Stephen King

  1. Imagina eu que sou toda medrosa lendo uma coisa dessas? DEUS ME LIVRE.

    Quando você descreveu o tipo site onde tem creppypasta lembrei da minha adolescência que eu gostava de ler essas coisas, mas passava a noite toda em claro morrendo de medo. Hoje não faço mais tal coisa, mas lendas urbanas sempre deixaram meu coraçãozinho desesperado.
    Mas um livro do Stephan King eu sempre tive curiosidade de ler pra saber apenas como é a narrativa do cara.

    BEM, veremos. HAHA Se eu ler, te direi a minha experiência mais lá na frente.

    Beijocas, Mari <3

Não me siga, eu também estou perdida.

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