Dead Like Me

Eu sempre me identifiquei com a George.

Quando eu vim para cá, mas ainda.

Quando a George morreu, ela foi arrancada de tudo que ela conhecia e amava. Okay, nem tudo, porque ela continuou na mesma cidade, ao menos, mas por regras cósmicas, ela estava proibida de andar nos mesmos círculos ou com as mesmas pessoas. Ainda assim, ela dava um jeito de burlar e espiar na antiga vida dela. O que só realmente tornava as coisas piores, porque ela se perdia dentro de lembranças e ficava deprimida.

Não tem como não me identificar com isso, sério.

A diferença é que quando ela mudou de viva para morta, ela foi imediatamente enviada para um grupinho que era como uma família. Rube, Roxy, Mason e Betty. Pai, mãe, irmão e irmã. Apesar de eu gostar de ver o Mason mais como um primo estranho que um irmão, mas talvez seja porque eu não tenho irmãos homens.

Enfim.

Sei que deve estar sendo um saco só ouvir sobre as coisas que eu quero ou que eu sinto falta, mas, screw it, é o meu blog, se não gostou, pode sair. 

Mas é disso que eu sinto falta. De um grupinho.

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2 pensamentos sobre “Dead Like Me

  1. Eu também Mari! Acho que desde os meus 15 anos que eu não sei o que é ter um grupinho, e eu gostaria que o tempo não tivesse nos afastado assim. Beijos!

  2. Eu também sinto falta de um grupinho. Sobretudo porque as únicas pessoas com as quais falo são meus colegas de trabalho. E, acredite, não dá para considerar amizade por parte daquele pessoal.
    Abraços.

Não me siga, eu também estou perdida.

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