Relevância

Ultimamente eu tenho pensado muito na relevância do conteúdo que é produzido, seja para TV, rádio ou, e principalmente, internet.

Ao mesmo tempo em que a internet facilitou muito as coisas para as grandes mentes que tinham ideias mas não recursos, acho que também abriu as portas da trincheira para um monte de babaca (como eu) produzir um monte de conteúdo irrelevante por aí. Como blogs e canais idiotas no youtube. Estou falando de mim de novo.

Enfim.

É muito difícil saber o que se quer ser e eu tenho um ódio profundo das pessoas que dizem que queriam ser pilotos de avião desde os dois anos de idade e hoje são pilotos de avião (beijo, Rodrigo), porque isso faz com que eu me sinta inútil. Tão inútil quanto o conteúdo que eu produzo na internet.

Voltando… Eu não me conheço o bastante para saber o que eu quero ser ou o que eu quero fazer. O que é um absurdo, já que eu já tenho 21 anos na cara. Minha mãe já era casa, tinha uma filha e outra a caminho, estudava e trabalhava com a minha idade. E eu aqui. Talvez eu pudesse devanear mais ainda, dizendo que é a ansiedade da geração Y (sim, Júlia, eu adoro esse termo) que faz com que eu seja uma pessoa insegura em um oceano de possibilidades. Assim fica fácil se perder no Facebook em meio a joguinhos idiotas e viciantes (o da vez é ChefVille) que não vão acrescentar em nada. Ou seja, conteúdo irrelevante.

De alguma forma incompreensível mas previsível, eu me perdi em meio ao que eu queria falar.

Conversando com pessoas novas, o que é a melhor coisa que esse intercâmbio do Ciência sem Fronteiras me proporcionou, eu vi que eu quero continuar nesse meio de produzir conteúdos (conteúdos, conteúdos, conteúdos, ainda vou falar muito conteúdo nesse post, se acostume). Mas eu queria que eles tivessem relevância, que fossem algo que talvez não vão fazer a diferença no mundo, mas que vai fazer pelo menos o babaca (eu) que está consumindo esse conteúdo parar e pensar (como será que eu faço esse salmão ao molho de lima que tem no ChefVille?) de alguma forma.

A única coisa que eu posso fazer nesse momento é procurar a relevância. Porque ela está por aí, como eu acabei de citar, mesmo nas coisas mais inúteis do mundo. Mas eu não quero que as pessoas que consumem o conteúdo que eu produzo tenham que ficar vasculhando por aí para encontrar essa relevância.

Então, resumindo, vou tentar re-estruturar a forma que eu penso para re-estruturar a forma que eu blogo.

Paz. \/,,

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