Por verdades brancas

Cresci ouvindo que não importa o que você diz, o que realmente importa é como você diz.

É preciso muito jogo de cintura pra conseguir se desviar de uma pergunta direta, mas não é impossível. A melhor maneira é começar com um elogio, jogar alguns dados inúteis e terminar dizendo que as coisas sempre tem dois lados. Pronto. Essa é a receita da mentirinha branca, aquela que é só para não ofender ninguém, pra que todo mundo se sinta bem. Um pouco confuso, claro, mas bem.

Então por que não usar verdades brancas? Aquelas verdades que, sim, ofenderiam, deixariam a pessoa mal, mas apresentadas de uma maneira tão gentil e suave que ela nem percebe?

Não, não prefiro que mintam para mim… Mas gostaria ao menos que tentassem poupar meus sentimentos quando contassem a verdade. Um pouquinho de preparação.

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Um pensamento sobre “Por verdades brancas

  1. Impossível concordar mais. Tem verdade que dói, mas poderia doer bem menos se fosse verdade branca. Vou fazer a minha irmã ler o seu post pra ver se ela entende! HAHAHAHA

Não me siga, eu também estou perdida.

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